segunda-feira, 22 de junho de 2009

Deus do impossível!

O cristão, que reconhece a presença viva e atuante de Deus, quando se confronta com algumas situações difíceis, costuma dizer: “já fiz tudo o que era possível, agora só Deus.” Isto mostra o reconhecimento do seu limite como criatura e sua dependência do Criador. Infelizmente, este não é o pensamento da maioria dos homens, principalmente os intelectualizados que querem e procuram ser Deus ou explicar Deus, sem, no entanto resolver seus próprios conflitos existenciais. Estes mesmos consideram que o impossível está ao alcance, inclusive tentando gerar vidas humanas (clonagem) esquecendo-se que jamais conseguirão gerar o espírito particular e inerente a todo ser humano.

Tudo que existe é obra de Deus, sua criação é perfeita. Ele criou o homem e tudo o que este necessitava para ser feliz: alimento, água, sal, sombra, companhia e o Senhor criou tudo de forma natural com uma única palavra: “Faça-se”.

Deus é onipotente. Mais ainda do que na criação, o poder de Deus revela-se também na história de seu povo.
A passagem do mar vermelho (Ex. 15), na qual é relatada a separação das águas, é atribuída a ocorrência de um "fenômeno" pelos sábios do mundo. Mas o que é um fenômeno? Segundo o dicionário da língua portuguesa: É um fato de natureza moral ou social de ocorrência rara e surpreendente; acontecimento extraordinário no ar ou no céu.

Bem, se acontece raramente e de maneira surpreendente, é estranho que a realização deste fenômeno se deu justamente quando o povo de Deus precisou.

Mais estranho ainda é que ele começou quando o povo de Deus atravessou e terminou quando os egípcios queriam fazer o mesmo, sendo afogados com seus carros e cavalos.

O poder de Deus era manifestado, seu povo enfrentava os inimigos, apresentando-se para as batalhas praticamente desarmados contra exércitos numerosos e fortemente armados.

Para ajudar os israelitas, Deus parou o sol. (Jos. 10,13), outro fato natural para Deus, mas que até hoje o homem não consegue explicação. Narra o livro de Josué (10,13a): “E o sol parou, e a lua não se moveu até que o povo se vingou de seus inimigos. O sol parou no meio do céu, e não se apressou a pôr-se pelo espaço de quase um dia inteiro. Não houve, nem antes nem depois, um dia como aquele." A terra parou. Segundo os cientistas (astrônomos), um acontecimento assim colocaria todo o sistema solar em caos. Mas a terra parou. Mesmo achando absurdo e considerando o relato bíblico como uma lenda, os homens da ciência, céticos como sempre, não conseguiram após vários cálculos provar que o movimento planetário nunca foi interrompido. Pelo contrário, os mais avançados computadores da NASA, depois de um árduo trabalho em recalcular as órbitas planetárias, concluíram sem acreditar, que havia um erro de 11 horas e 20 minutos, isto é, este tempo estava "faltando" no cronograma universal. (A Bíblia em Bytes on-line - Curiosidades http://www.bibliabytes.com.br)

O livro de Josué falava de “quase um dia inteiro”. De acordo com os cientistas, faltavam ainda 40 minutos, então o livro de Isaías (38,8) vem comprovar com exatidão: “Eis que farei voltar atrás dez graus (10°) a sombra do relógio de Acaz...”. Naquele tempo, o relógio utilizado era solar e 10° correspondia a 40 minutos, que era justamente a diferença entre o tempo encontrado pelos cientistas e o tempo relatado no livro de Josué. Deus, com Sua onipotência, parou o mundo por 11 horas e 40 minutos e depois para equilibrá-lo girou em sentido oposto durante 40 minutos. "Deus quis e assim foi feito; Ele ordenou e tudo existiu." (Sl. 32,9)

Percorrendo o tempo, a ação de Deus continuou, e em 312 d.C. , Constantino, governador supremo de Roma, resolve enfrentar o exército de seu inimigo Maxentius. Constantino era pagão e no anoitecer do dia 27 de outubro de 312 a.C., quando se preparava para a batalha, teve uma visão ao olhar para o sol que se punha: As letras gregas XP ("Chi-Rho" - as primeiras letras de Cristo) apareceram entrelaçadas com uma cruz enfeitando o sol, juntamente com a inscrição "In Hoc Signus Vinces" que em latim quer dizer "Sob este Signo Vencerás."

Constantino colocou então o símbolo nos escudos de seus soldados. No dia seguinte, apesar de estarem em minoria, (algumas fontes dizem que a vantagem era de 19 para 1 a favor de Maxentius, mas o provável era de 4 para 1) saiu vitorioso. Ele creditou a vitória ao Deus dos Cristãos e ordenou o fim de todas as perseguições nos seus domínios. Tudo isto está registrado nos livros de História, onde mais uma vez o impossível para o homem torna-se natural para Deus.

O Deus Todo-Poderoso não é um Deus limitado, nem específico como o Deus criado pela imaginação humana. Um Deus que a lógica humana consegue explicar não é o nosso Deus que é Único, Eterno, Imutável, Onipotente, Onipresente e Onisciente. Este sim confunde os sábios e poderosos. "Sua ciência é grandiosa e homem nenhum conseguirá alcançá-la." (Sl. 139,6). Suas obras são extraordinárias para os homens, no entanto, para Ele é natural.

Tudo que não se explica racionalmente atribui-se a fenômenos da natureza, esquecendo-se que a natureza como criação está sujeita ao Criador. Para nós cristãos, o Deus do impossível continua agindo, mas para os homens ateus, que julgam que os filhos escolhidos de Deus são provados de muitas coisas e questionam a qualidade da proteção divina, respondamos que suas constatações baseiam-se nos valores do mundo.

Nossos valores são outros, estes sim, são riquezas, tesouros que Deus tem preparado para nós desde o princípio até o fim.
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