quinta-feira, 13 de novembro de 2008

2º barreira:Conferências Episcopais


Deveis lutar, e já sabeis que vossa arma é a Oração, para derrubar as chamadas, Conferências Episcopais que são grupos que trabalham por sua independência: prefeituras poderosas, que desejam separar-se da Una Igreja Corpo, separando-se do Santo Padre que é a cabeça deste Corpo! Deveis rezar para a derrubada das Conferências Episcopais. Esta colocação de Jesus certamente é a que me traz mais alívio. No Livro as Angustias da Igreja eu coloquei bem claramente esta situação. Num artigo do chamado vaticanista – um homem que entende de Vaticano – Sandro Magister, li que o Papa Bento XVI desejaria exterminar com todas estas conferências episcopais – e as conferências das conferências – como já existe na Europa, porque se tornaram em verdadeiros antros de sedição e desobediência. De pregação da má doutrina! Depois disso, comecei a ver com outros olhos esta associação maléfica, e percebi que todas elas, de todos os países onde se encalacraram se tornaram não em sustentáculo da Igreja, mas em solapadores dos seus alicerces.De fato, pelo um artifício – na verdade diabólico – de um enganoso “poder da maioria”, eles pretendem governar a Igreja a partir das decisões conjuntas de certos maus bispos, acima do Papa e sem ele, tomadas por força de uma maioria. E sempre maioria errada! Ora, isso pode funcionar num sindicato pelego, numa ONG de satã, ou num conciliábulo de Mefistófeles, mas jamais pode ser evocado sem Pedro. Sem o Santo Padre, NÃO! Ele é a rocha da Igreja, ele é a fonte da doutrina, ele é o depositário FIEL do comando e da chave da Igreja. Ou seja: qualquer decisão conjunta, mesmo que unânime dos bispos de um continente, ou de uma região, ou do mundo, sem aval consciente, pleno e livre do Papa, não tem nenhum valor diante de Deus, jamais será ligada no Céu, e por isso não carece de obediência, nem deve ser levada em conta. Claro , pressupõem-se sempre um Pedro eleito pelo Espírito Santo, não um antipapa...Ou seja: todas as conferências são nulas de direito e de fato, porque não fazem parte da hierarquia da Igreja Católica, não têm poder decisório em matéria de fé longe de Pedro, e não devem ser obedecida por nenhum sacerdote, quanto mais por algum bispo, caso estejam em desacordo com o Papa e a verdadeira Igreja de Jesus. Cada bispo deve obediência direta ao Papa, não existe intermediário nem subterfúgio ou “jeitinho”. Afinal, para serve o voto de obediêcia que todos eles fazem no momento que recebem o sacramento da ordem. Mais que voto, juramento diante do Deus Altíssimo. Entretanto, se a disposição emanada deles estiver perfeitamente de acordo com a disposição de Pedro, com o Catecismo, com as Escrituras e a Tradição, com todos os documentos da Igreja, então pode ser divulgada, e obedecida, mas jamais como determinação da dita conferência em si, e sim como um reforço as ordens de Pedro. Sem isso, ofende a Deus! Sem isso quebra a unidade, torna-se um sindicato de bispos e, portanto destrói a Igreja de Jesus. E é por destruir a Igreja que todas estas conferencias episcopais, de qualquer região da terra ou continente, devem ser eliminadas. E o serão! Porque são antros de desobediência e de corrupção doutrinária. E milhares de sacerdortes as seguem, cegamente. Rumo ao abismo!
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